Só que ao mesmo tempo em que isso acontece, vemos que apesar
dela ser uma adolescente que luta pelo que acredita, ela ainda é muito insegura
em relação à sua aparência física. Sam ainda se comprara muito com a irmã mais
velha Lucy, sempre se colocando abaixo dela, sempre achando que é a rejeitada,
a feia da família, quando isso não é verdade.
Não bastasse o complexo de vítima e o pouco amor próprio,
Sam ainda vai tem que lidar com a responsabilidade de ser a embaixadora teen da
ONU, um exemplo para as adolescentes do país, e com a possibilidade de começar
a ter um relacionamento mais íntimo com o seu namorado David.
Este livro é bem focado nas relações sexuais entre
adolescentes. Meg explica as conseqüências que isso pode trazer pra vida das
garotas, fala sobre métodos contraceptivos, DST, gravidez, e fala também sobre
a paranóia que existe na cabeça das mulheres quando se está pensando em fazer
sexo pela primeira vez, usando sempre seu bom humor.
Achei muito legal a parte em que Lucy defende Sam na escola
dos ataques de uma patricinha que se acha sempre no direito de julgar as
pessoas. Essa união que se forma entre elas e a forma como isso é colocado no
livro, me chamou muito a atenção.
Outro fato importante que podemos perceber durante a
leitura, é que está sempre subentendido no texto a importância de não se julgar
as pessoas pela aparência e sempre lutar por aquilo que você acredita ser o
certo.
É uma leitura muito gostosa e descompromissada. Eu estou
nessa fase tranqüila da leitura, onde se lê só coisinhas juvenis, acho que
andei lendo coisas muito fortes e sanguinárias ultimamente e preciso de um
descanso. Então, podem esperar por mais resenhas de livros da Meg J

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