Neste segundo volume da série de Hqs que deu origem à prestigiada
série televisiva The Walking Dead, nossos heróis continuam a busca por um local
seguro para sobreviver, e se deparam com mais três sobreviventes na estrada,
que estavam famintos e cansados. Eles se juntam aos companheiros de Rick, e
Tyresse, sua filha e seu genro ajudam o grupo da maneira que podem.
Tyresse logo se sente como parte daquela família e sabe que
num grupo grande a chance de sobrevivência é muito maior, infelizmente sua
filha e seu genro não pensam da mesma forma, e como estão cansados de viver
sendo controlados, planejam secretamente se matar.
Eles chegam a Wiltshare States, um condomínio fechado, que a
princípio eles acham que é seguro, mas que logo percebem que está infestado com
uma quantidade tão grande de zumbis que mesmo eles estando em um grande número,
não seria possível exterminá-los. Donna, a mãe dos gêmeos morre durante um
ataque, e eles decidem partir.
Durante uma caça na floresta, Carl leva um tiro, e então é
socorrido pelo seu “agressor” que não tinha percebido que ele era uma criança, que
o leva para a fazenda, onde é tratado e melhora.
Aqui encontrei algumas divergências da série de TV. Sophia
continua viva, assim como Otis e Hersel tem mais filhos vivos. O celeiro cheio
de zumbis está lá, e eles realmente acabam com todos eles, mas não fogem todos
juntos durante um ataque, eles são expulsos de lá pelo Hersel e tem que pegar a
estrada novamente, Glen decide ficar com Maggie, e os outros continuam sua
busca por um lugar seguro até encontram a prisão.
Apesar de não ser fã de HQs, essa tem uma boa história, ela
tem muito conteúdo, muitas coisas acontecem e ainda sim a leitura é muito
rápida. Fãs da série que leram o livro que conta a história da ascensão do
governador, vão fazer a relação entre o livro e a HQ quando na parte em que
eles deixam Wiltshire States, aparece uma placa pintada na frente do
condomínio, que a princípio estava encoberta pela grama e que dizia “Não entre,
todos mortos”.

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