“O CRUEL é bom”
Li o
primeiro livro dessa trilogia em 2011 e fiquei apaixonada. O livro me prendeu
de tal forma, que até sonhar com ele eu sonhei durante algum tempo.
Thomas, que pensava que estar a salvo, descobre que na
verdade o refúgio onde ele se encontra, não passa de mais um experimento do
CRUEL. Depois de serem alimentados e limpos, os garotos se deparam com os corpos
das pessoas que os resgataram pendurados no teto. Tereza sumiu, e no quarto
onde ela estava agora está um garoto chamado Aris, que nenhum dos Clareanos
tinha visto antes.
Não bastasse isso tudo, atrás de uma barreira invisível, se
encontra um homem com cara de rato, que avisa aos meninos que eles foram
infectados com o Fulgor, uma doença que vai lentamente degenerando o cérebro,
deixando as pessoas loucas como os Cranks.
Ele e seus amigos Clareanos tem que encarar um novo desafio
mortal, onde terão como missão chegar ao Refúgio Seguro, onde a cura para o
Fulgor os espera, dentro do tempo limite que o homem com cara de rato estipulou.
Thomas e os Clareanos se deparam com uma porção de
armadilhas pelo caminho, desde esferas voadores que grudam nas suas cabeças e
se alimentam delas, até Cranks insanos que tentam mata-los no decorrer do
caminho.
Além dos garotos do primeiro livro, descobrimos neste, a
existência de um segundo grupo, formado por garotas que também passaram pelas
experiências pelo Labirinto, e quando eles finalmente se encontram, boa coisa
não sai, e acontece uma reviravolta perturbadora na trama, que provavelmente
vai deixar você “P” da vida.
Ninguém é confiável nesse livro, e eu acho que o grande
desafio é esse afinal, seguir por um caminho desconhecido e cheio de perigos,
sem poder contar com as pessoas que se tinha certeza que podia confiar e que se
mostraram traidores.
Demorei pra ler esse segundo volume porque ele sempre estava
esgotado nas lojas de comércio eletrônico e sempre muito caro nas livrarias,
mas sabe, toda a espera valeu a pena, mesmo eu tendo esperado descobrir alguma
coisa mais significativa sobre o CRUEL e seus experimentos e tendo acabado mais
perdida do que o Thomas.
O universo criado pelo James Dashner é envolvente e bizarro,
a história é original e perturbadora e mesmo lendo outras coisas diferentes,
este livro com certeza vai ficar na minha cabeça por muito tempo.

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