
Cada pessoa tem características únicas em sua personalidade que a designam para cada facção após um teste “vocacional”, e aqueles que se encaixam em mais de uma são chamados de Divergentes e são considerados extremamente perigosos.
Beatrice é uma Divergente criada na Abnegação, facção que
visa uma vida dedicada ao bem dos outros, sempre se colocando em segundo plano.
No dia da cerimônia da escolha, Beatrice escolhe a Audácia, facção que tem por
objetivo manter a segurança de todos, e tem de abandonar a sua família pra
sempre.
Para ficar entre os 10 que serão selecionados para ser um
membro efetivo da Audácia, ela terá de passar por vários treinamentos
intensivos, onde terá que aprender a atirar, lutar, manejar facas e lidar com a
falsidade e traição daqueles que pensava serem seus amigos.
Apesar de seu físico ser o de uma garota delicada e fraca,
Tris foge totalmente desse estereotipo, demonstrando uma garra e pensamento
estratégico fora do normal. Além da autosuperação, ela terá que manter sua
Divergência em segredo, pois inexplicavelmente, todos os Divergentes que são
descobertos estão morrendo.
Este livro é uma distopia que me lembrou muito JogosVorazes, aliás, de um tempo pra cá, todas as distopias que eu leio, logo
comparo, é automático. As cenas de luta foram muito bem detalhadas, e me deram
a sensação de que eu estava assistindo um filme (sim, minha imaginação é muito
fértil), e as cenas com Quatro então foram ótimas, nem muito melosas, nem muito
tediosas, e sem triângulo amoroso! Sabe quando você fica torcendo por um casal
o livro todo? Pois é, aconteceu comigo!
Adorei o livro, não só pela trama, que por si só já cativa,
mas também pelos personagens, que são muito fortes e imprudentes, e que me
influenciaram a ler o livro em apenas um dia.
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