Fila pra tudo, superlotação, preços abusivos, comida ruim e cara, sem
sinal para celular e pra máquina de cartão e até toque de umbanda, foi assim o
último sábado da 23ª Bienal do livro de São Paulo.
Comprei poucos livros, porque os preços estavam como os da
livraria, a maioria não estava compensando, fui mesmo pelo passeio, e pra
apresentar essa loucura pra minha mãe, que foi com a gente desta vez.
Vejam só a doideira que foi esse ano:
Mas mesmo com tantos problemas, eu sempre sinto que ali é o meu
lugar, no meio dos livros e na muvuca de pessoas que tem a mesma paixão que eu:
a literatura.
Que venha a de 2016!









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