Devin é um típico garoto de 20 anos que está se auto
descobrindo. Sua mãe faleceu e ele mora
sozinho com o pai, está na universidade e está apaixonado por uma garota. A
vida pra ele estava tranquila, ele só precisava fazer um pouco mais de dinheiro
pra se manter, então e ele decide pegar um trabalho de verão no parque Joyland.
Lá ele fica maravilhado com a aura do parque, com as pessoas
interessantes e diferentes, aprende a linguagem dos funcionários e faz dois
grandes amigos. Então, Madame Fortuna, a vidente de Joyland faz uma previsão de
que ele conhecerá duas crianças, uma garota com uma boneca e um menino com um
cachorro, uma dessas crianças tem um dom muito poderoso, ela não sabe qual, que
poderá mudar significantemente a vida de Dev. A profecia se realiza, e ele
realmente conhece essas duas crianças.Uma delas acaba se tornando muito
importante pra ele, e mudando de verdade sua vida, lhe dando um propósito e a
crença de que o mundo tem fenômenos inexplicáveis.
Dev também toma conhecimento de que um assassinato aconteceu
no parque, um serial killer que nunca foi encontrado pela polícia, matou uma
garota dentro de um dos brinquedos, e várias pessoas afirmam que estão vendo o
fantasma da garota, que parece pedir ajuda.
É nesse clima de mistério que a história vai se desenrolando,
mas ao contrário dos livros policiais comuns, Joyland nos envolve de forma
suave e doce. Este é um livro que aquece seu coração durante a leitura, não tem
como não se apegar ao Devin, ele é o amigo que todos nós gostaríamos de ter,
solícito, despojado, dedicado, com um ar de melancolia no rosto e que está
sempre ali pra você.
Eu leio muito Stephen King, sou muito fã do titio, e sempre acabo
me surpreendendo com o dom que ele tem de me envolver nas suas histórias. Ele é
o meu remédio pra ressaca literária. Eu me encanto com a narrativa, seja ela
mais focada no terror ou na vida dos personagens, e com Joyland não foi
diferente, quando terminei a leitura fiquei com aquela sensação de querer que o
livro não acabasse, esperando por um posfácio que infelizmente não existiu.
Joyland é curtinho, tem só 240 páginas e a história é tão
gostosa de ler que quando você se dá conta, já passou da metade do livro.
Super recomendo!
Achei Joyland muito bom, mas acredito que seria melhor ainda se fosse mais explorado o lado sobrenatural ou o suspense policial.
ResponderExcluirbomlivro1811.blogspot.com.br
Também senti falta disso, mas gostei muito do livro, é uma daquelas histórias que te fazem sentir bem :)
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